O curador do Sul Global que desmultiplica histórias em Veneza

Na exposição principal da 60.ª Bienal de Veneza, o curador brasileiro Adriano Pedrosa amplia a sua pesquisa de artistas indígenas, autodidactas, queer e migrantes, mas abre-se a descobertas.

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Adriano Pedrosa é o primeiro curador latino-americano em toda a história da Bienal de Veneza ANDREA AVEZZÙ
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Há vários anos considerado um nome incontornável do panorama curatorial brasileiro, o director artístico do Museu de Arte de São Paulo (MASP), Adriano Pedrosa, tem vindo a afirmar-se como um dos mais fervorosos instigadores da descolonização das artes visuais rumo ao Sul Global, apostando em construir narrativas e cronologias para lá do cânone ocidental. Um estatuto internacional que está a consolidar na 60.ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza enquanto primeiro curador latino-americano da história de um dos mais importantes acontecimentos do mundo da arte, a decorrer até 24 de Novembro.

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